PAE - UM RECANTO DE PAZ

UM REDUTO DE PAZ DE "MARIA DOLORES"

terça-feira, 28 de junho de 2016

DIREITO À PESQUISA



Leonardo Paixão (*)
 
Como ocorre nas Ciências, sejam Naturais, Exatas ou Humanas, assim também ocorre na Ciência psíquica ou Transcendental: a imaginação sonhadora não deve ser parte das pesquisas realizadas, tanto quanto não confiarmos de maneira absoluta no que os seres de Outro Mundo ditam aos médiuns. Há imensa necessidade, neste caso, do uso da mais acurada razão e do bom senso, pois tal como nós humanos, os Espíritos descrevem o Mundo Espiritual de acordo com o seu grau evolutivo e o seu ponto de vista e ponto de vista, sabemos bem, pode ser apenas a vista de um ponto. Quantos pontos faltarão para informes claros e corretos? O Mundo Invisível contêm diversas categorias de Espíritos e não é porque um Espírito dita uma obra que temos que concordar com o que ele diz, Kardec em sua sabedoria afirmou: "Uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos: a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares" (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução, item II).
 
Desta afirmação do Mestre depreende-se, como está claro, que tal concordância universal refere-se às revelações que os Espíritos transmitem, no entanto, o que vemos em muitos espíritas é o repetirem frases ditas por Espírito X ou Y, dando-se uma confiança demasiada no que falam os Espíritos, onde aí o caráter racional da doutrina Espírita? Não estamos a desmerecer os valiosos ensinos dos Espíritos, mas é preciso que se compreenda que o progresso da Ciência Espírita não se faz só pelas revelações que os Espíritos dão, sim também pela pesquisa séria efetuada por nós, os encarnados, e exemplos não nos faltam, graças à pesquisa de Hernani Guimarães Andrade, Carlos Bernardo Loureiro, Jorge Andréa, Herculano Pires, Bezerra de Menezes, Deolindo Amorim e muitos outros, alcançamos maiores conhecimentos sobre reencarnação, mediunidade, premonição, evolução, criminologia, pedagogia, etc. O trabalho não é somente dos Espíritos, se assim pensarmos estaremos há um passo da mistificação, pois teremos excluído o raciocínio que leva à análise crítica das informações transmitidas.
 
Se aos Espíritos Superiores cabe a nossa instrução em assuntos transcendentes, a nós cabe o colaborarmos com eles para o desenvolvimento destes, vejamos o que diz Kardec no tópico 50 do I Capítulo do livro A Gênese:
 
"A terceira revelação, vinda numa época de emancipação e madureza intelectual, em que a inteligência, já desenvolvida, não se resigna a representar papel passivo; em que o homem nada aceita às cegas, mas quer ver aonde o conduzem, quer saber o porquê e o como de cada coisa - tinha ela que ser ao mesmo tempo o produto de um ensino e o fruto de um trabalho, da pesquisa e do livre exame. Os Espíritos não ensinam senão justamente o que é mister para guia-lo no caminho da verdade, mas abstém-se de revelar o que o homem pode descobrir por si mesmo, deixando-lhe o cuidado de discutir, verificar e submeter tudo ao cadinho da razão, deixando mesmo, muitas vezes, que adquira experiência à sua custa. Fornecem-lhe o princípio, os materiais; cabe-lhe a ele aproveitá-los e pô-los em obra".
 
Aí estão as palavras claras do Mestre, o bom senso encarnado, no dizer de Camille Flammarion, nelas vemos que não bastará apenas aguardarmos por revelações retumbantes do Além-Túmulo, se assim fosse, não haveria necessidade do imenso trabalho que teve Allan Kardec para por em ordem as  instruções dos Espíritos e em perceber que no Mundo Invisível tanto quanto na sociedade humana, há Espíritos de diversas gradações de saber, desde os mais ignorantes aos mais adiantados, para tal fato Kardec chamou a atenção no tópico 15, do I Capítulo de A Gênese:
 
"Passa-se no mundo dos Espíritos um fato singular, de que seguramente ninguém houvera suspeitado: o de haver Espíritos que se não consideram mortos. Pois bem, os Espíritos Superiores, que conhecem perfeitamente este fato, não vieram dizer antecipadamente: Há Espíritos que julgam viver ainda a vida terrestre, que conservam seus gostos, costumes e instintos". Provocaram a manifestação de Espíritos incertos quanto ao seu estado, ou afirmando ainda serem deste mundo, julgando-se aplicados às suas ocupações ordinárias, deduziu-se a regra a multiplicidade dos fatos análogos demonstrou que o caso não era excepcional, que constituía uma das fases da vida espírita; pode-se então estudar todas as variedades e as causas de tão singular ilusão, reconhecer que tal situação é sobretudo própria de Espíritos pouco adiantados moralmente e peculiar a certos gêneros de morte; que é temporária, podendo, todavia, durar semanas, meses e anos. Foi assim que a teoria nasceu da observação. O mesmo se deu com relação a todos os outros princípios da doutrina".
 
De tudo o que até aqui foi dito, devemos observar que o estudo, o recolhimento, e a seriedade, jamais serão recomendações excessivas, como diz Allan Kardec, o Espiritismo é a Ciência do Infinito e interessa a todas as questões de metafísica e de ordem social (cf. Introdução de O Livro dos Espíritos), é um campo vastíssimo e há aqueles que se especializam em determinadas áreas. Uns pesquisam e estudam o Magnetismo, outros as técnicas de obsessão e prática de desobsessão, há os que dentro da sua área de formação acadêmica estudam temas da Medicina, da Psicologia, da Psiquiatria, da Pedagogia, da filosofia, da Química, da Biologia, da História, da Geografia, etc...à luz do Espiritismo, trazendo os resultados de suas pesquisas em artigos, livros, seminários, congressos, para o esclarecimento de outros com o objetivo de, tal como fez o Nobre Mestre Lionês com a Revista Espírita, "sondar a opinião dos homens e dos Espíritos sobre alguns princípios, antes de os admitir como partes constitutivas da doutrina", referimo-nos é óbvio às pesquisas dignas de tal nome, pois muitos há que obtendo certos resultados e apoiados na opinião de um só Espírito, proclamam aqueles como verdades absolutas.
 
Que o Movimento Espírita e os adeptos da Doutrina, que podem ou não estar envolvidos com o Movimento, não tentem cercear a liberdade de pensamento - em nosso país conquistada a tão pouco tempo -, e não se fique a achar que nada mais há que acrescentar por muitos serem os livros quer mediúnicos ou não que temos para longo tempo de estudo. É certo que há material suficiente, mas também é certo que deste material inúmeras coisas necessitam de desdobramentos outros, o que se fará quando nos decidirmos a pesquisar. Este o caráter progressivo da Doutrina.
 
(*) Leonardo Paixão é trabalhador espírita em Campos dos Goytacazes, RJ, colaborando com um grupo de amigos de ideal no Grupo Espírita Semeadores da Paz.

CONFUSÃO DOUTRINÁRIA


Fernando Rosemberg

É sabido que meus prezados confrades: Hessen, Passini, Kuhl, e muitos outros, vem recebendo constantes e.mail’s relativos à ideia de que Chico Xavier seria a reencarnação de Allan Kardec. Ideia esta, aliás, refutada pelos referidos confrades citados; e o que deve, obviamente, serem respeitados como efeito da Liberdade de Consciência, ou, do Livre Arbítrio, ou, ainda, como Livres Pensadores que são; como todos nós, filhos do Altíssimo, igualmente o somos.

Ainda hoje mesmo (27/06/2016) recebo mais um de tais e.mail’s, e, no meu caso, em particular, não me importo muito, pois respeito a já referida Liberdade de Consciência, transferida para a Liberdade de Expressão.

E o fato é que, neste último e.mail, mais uma vez, Inácio/Baccelli, repetem a dose e aludem, mais ainda, que Chico/Kardec fora, mais distante ainda: João Evangelista, ou seja: um Espírito que, ao tempo da Codificação, estivera sendo recepcionado por determinada médium, a Srta. J, e que, por sinal, fora também recepcionado por Kardec por meio de uma outra médium, a Sra. Costel, como se pode ver na transcrição abaixo:

“Fato pessoal ocorrido com o Sr. Allan Kardec, e que pode ser considerado uma prova de identidade do Espírito de antigo personagem. A Srta. J... recebeu várias comunicações de João Evangelista, sempre com uma caligrafia muito característica e completamente diversa da sua escrita habitual. Tendo o Sr. Allan Kardec, a seu pedido, evocado aquele Espírito, por intermédio da Sra. Costel, verificou-se que a caligrafia tinha absolutamente o mesmo caráter da da Srta. J..., embora a nova médium dela não tivesse conhecimento; ademais, o movimento da mão tinha uma delicadeza inabitual, o que constituía, ainda, uma similitude; enfim, as respostas concordavam em todos os pontos com as que tinham sido dadas através da Srta. J... e na linguagem nada havia que não estivesse à altura do Espírito evocado”. (Vide: “RE” – Janeiro de 1861 – AK – Edicel).

Porém, tenho comigo uma obra do respeitoso filho adotivo de Chico Xavier: Euripedes Higino, que estivera com o mesmo durante 40 anos; seu título: “Chico Xavier: Apostolo do Brasil” (Editora Espírita Ano Luz); sendo que, em tal livro, temos a confirmação de que Chico/Kardec fora, naqueles tempos mais distantes, não João Evangelista, e sim: João Batista; o que muito confunde a mente do atento Leitor, inclusive de nossos neófitos.

Assim, pois, a confusão se estabelece em nosso meio, pois que há até mesmo um site que divulga cerca de vinte ou trinta - não sei ao certo - reencarnações do nosso saudoso e querido Chico Xavier, que, aliás, ele próprio, deverá estar confuso com esta questão.

Acredito, pois, que nosso meb (movimento espírita brasileiro) nunca necessitou de tantas e de tão boas vibrações psíquicas, ou seja, de orações mesmo, bem como de bom senso no tocante a tais questões que, a meu ver, são desimportantes, pois o que vale mesmo, do Kardec e do Chico, são suas importantes obras para um Mundo terreno tão necessitado de tais luzes que, afinal, são a Verdade Cristalina do Evangelho Redentor.

NO MAIS UM GRANDE E FORTE ABRAÇO A TODOS:
Fernando Rosemberg Patrocinio

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MÉDIUM, CO-AUTOR?



Leonardo Paixão (*)
 
"Qualquer que seja a natureza dos médiuns escreventes, quer mecânicos ou semimecânicos, quer simplesmente intuitivos, não variam essencialmente os nossos processos de comunicação com eles. De fato, nós nos comunicamos com os Espíritos encarnados dos médiuns, da mesma forma que com os Espíritos propriamente ditos, tão-só pela irradiação do nosso pensamento" - (KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns, Segunda Parte, Cap. XIX, item 225, Dissertação do Espírito Erasto).
 
Conforme o trecho que pusemos acima, da dissertação do Espírito Erasto, vê-se claramente que o pensamento é o meio de comunicação dos Espíritos com os médiuns e que, independente da classificação da mediunidade, o pensamento irradiado dos Espíritos é o que os médiuns percebem. Fica aí uma pergunta: Como apenas pelo pensamento pode o médium filtrar estilos diversos, não seria o caso de ele escrever e/ou falar com o seu próprio estilo, o seu próprio modo de ser? Para responder a esta questão, leiamos o que em sua dissertação expõe o Espírito Erasto em um outro trecho:
 
"Com um médium, cuja inteligência atual, ou anterior, se ache desenvolvida, o nosso pensamento se comunica instantaneamente de Espírito a Espírito, por uma faculdade peculiar à essência mesma do Espírito. Nesse caso, encontramos no cérebro do médium os elementos próprios a dar ao nosso pensamento a vestidura da palavra que lhe corresponda e isto quer o médium seja intuitivo, quer semimecânico, ou inteiramente mecânico. Essa a razão por que, seja qual for a diversidade dos Espíritos que se comunicam com um  médium, os ditados que este obtém, embora procedendo de Espíritos diferentes, trazem, quanto à forma e ao colorido, o cunho que lhe é pessoal" (Grifo nosso - KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns, Segunda Parte, Cap. XIX, item 225, Dissertação do Espírito Erasto).
 
Aí está a resposta de que, mesmo que se tenham sob as vistas comunicações de estilos diversos, poderá nelas se observar traços da personalidade do médium. Um excelente exemplo quanto a isso são as cartas familiares recebidas pelo médium Chico Xavier, muitos críticos observam que em muitas destas comunicações, os comunicantes, em especial os filhos, escrevem as expressões: "Querida mãezinha", "Mãezinha de meu coração", "Mãezinha", "Querida Mamãe", e ficam a questionar a veracidade das comunicações, esquecendo-se de observar o conjunto e não se prender apenas a uma expressão. Estas expressões nas cartas psicografadas pelo saudoso médium de Uberaba, mostram o traço da personalidade do Chico, o seu sentimento de amor em relação às mães e, assim, em geral, ele inicia as cartas dos filhos para suas mães, podemos ler na centena de livros de cartas familiares que através de suas mãos nos foi legado que as cartas trazem estas expressões, porém, há algo a também ser observado, é que através de outros médiuns, como o Eurícledes Formiga e o Júlio Cézar Grandi Ribeiro (Julinho), ambos também já desencarnados, os filhos comunicantes também usam destas expressões, o que nos conduz a pensar que, ainda que aí esteja um colorido, um traço da personalidade do médium, aí está também o amor, o carinho, a emoção dos Espíritos em contato com os seus entes caros. O que há na comunicação mediúnica fiel ao pensamento do Espírito é a reciprocidade de sentimentos e emoções entre médium e Espírito e, assim, o médium ao colocar no papel ou ao falar, visualizar, ouvir, interpretará com o seu vocabulário as ideias, sentimentos e emoções que o Espírito transmite, ele vestirá a percepção que está tendo com palavras e estas virão de forma tal a reproduzir o estilo do Espírito comunicante.
 
Em relação às comunicações estritamente instrutivas (falamos estritamente instrutivas, pois as cartas familiares também trazem instruções, basta ter 'olhos de ver'), perceberemos a necessidade de os médiuns estarem constantemente estudando e o porquê de os Espíritos sempre insistirem nisto. Ouçamos o Espírito Erasto, ainda:
 
"Por isso é que gostamos de achar médiuns bem adestrados, bem aparelhados, munidos de materiais prontos a serem utilizados, numa palavra: bons instrumentos, porque então o nosso períspirito, atuando sobre o daquele a quem mediunizamos, nada mais tem que fazer senão impulsionar a mão que nos serve de lapiseira, ou caneta, enquanto que, com os médiuns insuficientes, somos obrigados a um trabalho análogo ao que temos, quando nos comunicamos mediante pancadas, isto é, formando, letra por letra, palavra por palavra, cada uma das frases que traduzem os pensamentos que vos queiramos transmitir.
É por estas razões que de preferência nos dirigimos, para a divulgação do Espiritismo e para o desenvolvimento das faculdades mediúnicas escreventes, às classes cultas e instruídas, embora seja nessas classes que se encontram os indivíduos mais incrédulos, mais rebeldes e mais imorais. É que, assim como deixamos hoje, aos Espíritos galhofeiros e pouco adiantados, o exercício das comunicações tangíveis, de pancadas e transportes, assim também os homens pouco sérios preferem o espetáculo dos fenômenos que lhes afetam os olhos ou os ouvidos, aos fenômenos puramente espirituais, puramente psicológicos" (Idem, ibidem).
 
Com um médium que ofereça material em seus arquivos mnemônicos, os Espíritos apenas precisam dar um  impulso e, então, a ideia, o assunto que eles querem expressar começa a fluir, não é raro que médiuns experientes, particularmente no setor da psicografia, digam que o pensamento lhes corre célere, de um jato e mais que depressa eles o colocam no papel.
 
Vejamos o que nos diz o Espírito Emmanuel a respeito de sintonia mediúnica:
 
"Para cooperar na mediunidade, a serviço do bem, não deves esperar que os instrutores desencarnados te impulsionem as peças orgânicas, como se fosses um fardo movido a guindaste.
No reino da alma, o trabalhador, conquanto precise de inspiração, não pode considerar-se mola inerte.
Indiscutivelmente, o mecanismo espontâneo é nota destacada e importante, à feição de novidade para a convicção; contudo, as edificações do sentimento e da ideia exigem vigilância da consciência.
Por isso mesmo, em qualquer condição da força medianímica, podes colaborar com as Inteligências superiores, domiciliadas na Vida Maior, em favor do progresso humano.
(***)
Em toda parte, pensas e fazes algo sob a influência de alguém.
E, entendendo que todos nos encontramos consideravelmente distantes do bem verdadeiro, não percas tempo perguntando se o bom pensamento te pertence à cabeça.
Recorda, acima de tudo, que o bem puro verte essencialmente de Deus e que os mensageiros de Deus tomar-te-ão sob a tutela do amor, se te dispões a servir" (XAVIER, Francisco C. Seara dos Médiuns. 2ª edição. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira., 1961. pp. 171 e 172).
 
Feitos estes esclarecimentos, a pergunta ao título deste artigo só pode ser afirmativa, pois, apesar de se colocar que o trabalho do médium é todo mecânico, sem o material de que se precisa, os Espíritos ficam impossibilitados de se comunicar.
 
O Espírito Emmanuel, digno instrutor espiritual, através da mediunidade abençoada de Chico Xavier, em prefácio ao livro Caminheiro, do Espírito Eurícledes Formiga, psicografia de Carlos Antônio Baccelli, no ano de 1989, já nos responde a esta questão ao dizer no segundo parágrafo de seu prefácio: "Tanto o Autor quanto o co-Autor são suficientemente conhecidos para que lhes façamos a apresentação" (grifo nosso). Precisamos estudar os prefácios de Emmanuel com atenção, pois neles há instruções e revelações que nos dão desdobramentos das instruções dadas a Allan Kardec.
 
Encerramos com estas sábias palavras de Emmanuel:
 
"Não há desenvolvimento mediúnico, para realizações sólidas, sem o aprimoramento da individualidade mediúnica.
No caso da terra, o lavrador será mordomo vigilante.
No caso da mediunidade, o médium será o zelador incansável de si mesmo.
E médium algum se esqueça de que é na terra boa abandonada que a praga e a serpente, o espinheiro e a tiririca proliferam mais e melhor" (XAVIER, Francisco C. Seara dos Médiuns. 2ª edição. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira., 1961. p. 132).
 
(*) Leonardo Paixão é trabalhador espírita em Campos dos Goytacazes, RJ, colaborando com amigos de ideal no Grupo Espírita Semeadores da Paz.