PAE - UM RECANTO DE PAZ

UM REDUTO DE PAZ DE "MARIA DOLORES"

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Parábola do Festim de Bodas (Mateus, 22:01-14)


Arnaldo Rocha


Falando por parábolas,
Mas os que para a festa
Jesus disse esta história,
Haviam sido chamados
Que, com toda certeza,
Dela não foram dignos -
Ficará em nossa memória:
Disse ele aos empregados.


- O reino dos céus
E completou o soberano:
É a um rei comparado
- Ide, pois, às encruzilhadas
Querendo, então, festejar
E chamai para as bodas
As bodas de seu filho amado;
As pessoas lá encontradas...


Enviou os seus servos,
Os fieis servidores saíram
Que os convidados chamaram;
E pelas ruas se embrenharam,
Estes não quiseram vir
Reunindo todos aqueles
E o convite recusaram.
Que pelo caminho encontraram.


O rei, disso sabendo,
Num instante, a sala se encheu
Outros servos enviou
De gente boa e ruim,
Para dizerem,de sua parte,
Que se puseram à mesa
Aos convidados que chamou:
Para desfrutar do festim.


- Vinde às bodas de meu filho,
Em seguida entrou o rei
Pois preparei o jantar,
E, vendo todos à sua frente,
Fiz matar os meus bois
Notou que só um homem
E o que deixei a cevar...
Usava roupa diferente,


Mas estes se foram
E dirigiu para ele
E o ensejo desprezaram;
Uma pergunta crucial:
Seguindo os seus anseios,
- Como entrastes aqui
Outros caminhos tomaram.
Sem a túnica nupcial?


A sua casa de campo
O homem, no entanto,
Um deles procurou,
Permaneceu silente
E para o seu negócio
E, retomando a palavra,
Um outro se encaminhou.
Disse o rei a sua gente:


Dos seus servidores
- Atai-lhe, antes, as mãos
Outros se apoderaram;
E os pés, meus servidores,
Depois de tê-los ultrajado,
E depois lançai-o, enfim,
Eles, por fim, os mataram.
Nas trevas exteriores.


O rei, disso sabendo,
E aí haverá muito choro,
De cólera se tomou;
E, também, ranger de dentes...
Enviando seus exércitos,
E continuou o Senhor
Estes homicidas exterminou
A pregar para os presentes:


E, depois de tudo isso,
- Porque, meus discípulos,
Mostrando sua autoridade,
Atenciosos e queridos,
O rei também ordenou
Muitos serão chamados,
Que lhes queimassem a cidade.
Mas poucos os escolhidos


Depois, falou a seus servos:
Mas os que para a festa
- Está todo preparado
Haviam sido chamados
O festim das bodas
Dela não foram dignos -
Do meu filho amado;
Disse ele aos empregados.

PERCEPÇÕES DO ESPÍRITO NA MATÉRIA



Fernando Rosemberg
Dir-se-ia que a Sensação é o que nos permite ter, ou sentir, a variedade das coisas exteriores, onde e quando, o sentir seria, ou é, o “efeito” interior provocado pelas “causas” ou coisas do exterior. Parece-nos algo bastante complicado escrever ou descrever - como o fazemos agora - a Sensação do sentir, conquanto o façamos desde que nascemos neste Mundo, que o vivemos e o sentimos hodiernamente, cotidianamente.

Na Sensação, pois, que é um conjunto de diversas potências ou faculdades de nós mesmos: enxergamos as pessoas, as cores, os objetos, coisas diversas do nosso exterior (pelos órgãos visuais); nós os tocamos e lhes percebemos a textura, a temperatura, o peso (sentidos táteis); ouvimos os mais diversos sons (audição); sentimos os sabores amargo, doce ou azedo (paladar); e, por fim, temos o sentido que nos distingue (olfato) o aroma ou o cheiro das coisas, se é bom ou ruim e demais coisas do tipo gostar ou não gostar.

Assim, pois, o sentir é uma reação corporal, associada quase sempre a uma reação intelectiva ou moral, que se verifica imediatamente a um estímulo exterior, que nos excita espiritualmente.

Entrementes, alguns pensadores tratam da Sensação como sinônimo de Percepção. Já outros falam que Sensação seria uma espécie de qualidade pontual das coisas, e, portanto, seriam qualidades dispersas, elementares e coisas que tais; e a Percepção, por sua vez, seria o “saber” da Sensação do objeto ou da coisa que, em si, desperta nossa Sensação “intelectual” de tais.

Pura questão de palavras que não definem muito bem o sentir que, em suma, poderia, ou, deveria, enquadrar-se como algo abstrato e espiritual, como característica de cada Ser em particular, pois cada um detém um modo especial de Ser e de Viver.

De tal modo que, se pudéssemos resumir a Sensação incluindo e realçando, mais especificamente, nossa Percepção das coisas por meio do Sistema Visual humano, poderíamos dizer que: sentimos e percebemos formas ou totalidades do mundo exterior que expressam, de si mesmas, um significado, um sentido à nossa interioridade, nossa percepção sensorial, espiritual e moral.

Mas dir-se-ia que existem outras sensações, outras percepções, a denominada Percepção Extra-Sensorial (PES), sendo tal uma capacidade humana, ou para-psicológica, de detectar fenômenos, objetos e coisas sem a participação dos órgãos sensoriais físicos de nossa constituição biológica (como visto supra).

Ora, tais fenômenos estão já universalmente bem comprovados como Clarividência (conhecimento do que se passa nalgum lugar além de si mesmo, ou, na mente de outrem), da Telepatia (comunicação mente-a-mente entre dois elementos separados um do outro, e, às vezes, por quilômetros de distância), da Precognição (conhecimento de ocorrências ou fatos a se verificarem no futuro) e da Retrocognição (conhecimento de fatos passados), que levaram importantes estudiosos em todo o Mundo (parapsicólogos) a reconhecer um Componente não-físico, ou extra-físico na Mente humana que, sendo capaz de transcender o espaço e o tempo, comprovou-se, por lógica insofismável, sua continuidade pós-morten, ou seja: para além dos despojos carnais.

Assim temos a simples formulação:

[(PES)] =c= [(Componente Extra-Físico)] (=) [(Espírito)]

Explicando: a Percepção Extra-Sensorial (PES), provando haver algo (em conexão com: =c=) de notável transcendência (Componente Extra-Físico) na Mente humana, viabiliza o parecer de que tal é equivalente (=) ao que se conhece milenarmente como Espírito, ou Alma, sobrevivente à morte corporal.

E, por outro lado, se tais componentes, de ordem Não-Física, podem se comunicar mentalmente enquanto atuantes na matéria densa do cérebro físico, porque tais não poderiam comunicar-se além de tal situação? Ou seja: se o homem, antes que fisicamente humano, é espiritual, pois que encerra em Si mesmo um componente mental extra-físico imorredouro, porque, pós-vida humana, não poderia, como dantes, comunicar-se com os terrenos corporificados?

Os sábios do Espiritismo e da Metapsíquica provaram que sim, que tais podem se comunicar; e a Parapsicologia de Rhine - conquanto sua restrição - não desprezara de forma definitiva tal possibilidade; o que, no Espiritismo, mais exatamente, dá-se o nome de: Mediunidade. Entretanto, esclareça-se que tal possibilidade, ou comunicabilidade mediúnica, é de todos os tempos da humanidade; a Bíblia Sagrada, por exemplo, é o mais antigo e o maior repositório de fatos mediúnicos que se conhece no Mundo.

Todavia, modernamente falando, é no Espiritismo que a mediunidade se avulta nos moldes científicos, tendo sido estudada e pesquisada pelos mais eminentes sábios da humanidade; e, se Kardec foi o missionário indicado para organizar a nova Doutrina, ele não foi o seu mentor intelectual porque o Espiritismo é Doutrina dos Espíritos, cuja codificação se dera por sua ordem e expressa determinação; sendo por isso mesmo uma obra coletiva e impessoal. E mais: tal Revelação fora predita pelo Cristo em muitas passagens suas.

Por aí se vê que a Doutrina Espírita é de Origem Divina, detendo, pois, iniciativa metafísica, ou seja: dos Espíritos sábios, muitos dos quais viveram na Terra em épocas diversas pregando o amor, a virtude e o bem; mas a sua elaboração resulta do trabalho do homem que não fora dispensado de estudar e de analisar os fatos inexplicados pelas leis até então conhecidas.

Remontando dos efeitos à causa, pesquisando, questionando e comparando, foi que se chegou às novas leis que os regem. Que não se confunda, pois, o Espiritismo, com as demais religiões e práticas do sincretismo afro-religioso (umbanda, quimbanda e outras) que se apartam da pesquisa científica e da disciplina moral, onde o sustentáculo desta reside na fé raciocinada, harmonizando inteligência e moralidade, e, portanto, Religiosidade Interior, sem as exterioridades da forma que tantos fideistas aparentam, mas não convencem, pois que sendo de aparência, duvidosa é!

A mediunidade genuinamente espírita, pois, é aquela praticada com Jesus, exemplificada, pois, pelo amor, pela disciplina e pelos esforços da educação moral, procurando escoimar-se de interesses secundários que não os da auto-sublimação e o de levar esclarecimento e conforto espiritual ao plano da existencialidade humana, iluminando as rotas do mundo.

Assim, pois, provando-se a existência da Alma, sua sobrevivência noutras dimensões da realidade, o Espiritismo firma os mais sólidos pilares da fé naqueles que não a tinham ou simplesmente duvidavam; ele dá significado lógico para as dores do Mundo equacionando corretamente suas causas e oferecendo soluções plausíveis para se corrigir tais distorções. O Espiritismo, pois, sustenta novas esperanças e concebe, inteligentemente, múltiplas razões para o nosso viver, sinalizando os meios de se obter a felicidade almejada.

Suas conseqüências na estruturação social, na vida econômica e política dos povos são inestimáveis. É uma revolução sem precedentes que ora se opera em todas as classes, nacionalidades, cultos, destruindo os horrores da morte e solapando os pilares do materialismo inconseqüente e irracional. Uma revolução, portanto, que contribui enormemente para o progresso da Humanidade, e inicia na Terra, a Era do Espírito, restaurando a legitimidade, pureza e simplicidade dos ensinos de Jesus.

Assim, quando as populações do Orbe terreno vão dando novos passos evolutivos, do seu lado mesmo, por bênção do Eterno, está o Espiritismo Codificado norteando aqueles mesmos passos que, sem ele, muito entravaria nosso saber, nossa ética, valores que se plenificam na Perfeição almejada, meta e alvo de todos nós.

Articulista: Fernando Rosemberg Patrocínio:
Palestrante, Coordenador de Estudos Doutrinários e Escritor de dezenas de Livros digitais gratuitos:
Blog: fernandorpatrocinio.blogspot.com.br

Surto psicótico. Os anencéfalos estão voltando?

Luiz Carlos Formiga

Alguns periódicos espíritas já me pediram um texto. Sinto dificuldade ao explicar que só escrevo quando sinto uma imperiosa vontade, como está acontecendo.

 Estou escrevendo ao som de Ben Harper. Perdi o preconceito quando estive num culto do Lar na casa de Francisco Cândido Xavier e ele colocou uma música da MPB.

Talvez por esperar “a vontade imperiosa” escrevo pouco. A motivação surge quando meus olhos se molham, pelo tema, pelo problema, pela minha impotência, pela incompetência. Creio que isso é um problema psiquiátrico, pois escrevo para não me sentir omisso. Já não penso em população alvo, se terei leitor e, se tiver, se ele vai me ajudar na divulgação. Todos estão sempre muito absorvidos pelos seus momentos pessoais. Confesso que gostaria que me ajudassem, mas para isso acontecer acho que teria que ter uma “sacada genial”, capaz de lhes tocar as fibras mais íntimas e tornar úmidos seus olhos. Acho que nem o aborto é tema capaz de realizar esse milagre. Já escrevi sobre suicídio, drogas AIDS, sexualidade e foi pequena a aceitação. Não me lamento, pois aquele problema psiquiátrico, aquela sensação de omissão, desaparece e fica longe por muitos dias. Hoje retornou.

Lembrei a parábola. O Semeador saiu a semear... Atirou as sementes, amorosamente... Umas caíram na terra escaldante e feneceram... Outras caíram ao alcance dos pássaros e foram deglutidas... Outras cresceram entre espinheiros e foram sufocadas... Mas outras caíram em terreno fértil... e produziram uma por trinta... uma por sessenta... uma por cem... e deram muitos frutos bons...

Bezerra de Menezes desce de alturas e nos diz pelas mãos do Chico: a legenda de agora é kardequizar... semear as sementes escolhidas... e confiar na fertilidade dos terrenos...

Necessário viver muito para perceber ainda no corpo que existem terrenos onde algumas sementes irão germinar. Uma palestra que fiz na década de 1990 no CENPES da Petrobrás, hoje, está na Federação espírita Espanhola.

Permitam-me uma pausa. Quero dar um exemplo de “sacada genial”.

Só um insinght poderia juntar a Vanessa com o Harper. Veja que lindo no link.

Voltemos. Outra coisa que não deve nos preocupar são as revistas que só publicam artigos ainda virgens. Não são capazes de republicar um de boa qualidade, embora publiquem originais que, se não fossem psicografados, não seriam divulgados. Esse problema já foi enfrentado por Kardec.

Após analise, o Codificador concluiu que apenas 8,3% dos artigos de desencarnados, recebidos para publicação, poderiam ser divulgados e, destes, somente 5,5 apresentavam mérito. Dos artigos escritos por “encarnados” 20% apresentavam valor real.

O tempo é selecionador. Vanessa e Ben não serão esquecidos, pelos que tem ouvidos de ouvir.

Duas palavras me molharam os olhos. Anencefalia e Zika.
Permitam outra digressão relacionada à lágrimas.

A luta contra o aborto no congresso Nacional obteve uma vitória, 37 votos à favor  contra 14, no dia 21 de outubro de 2015. Foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados o substitutivo do Projeto de Lei 5.069 de 2013, que modifica a Lei de Atendimento às Vitimas de Violência Sexual (12.845/13).

Estamos vencendo e perdendo batalhas.

Com tristeza recebemos do Supremo Tribunal (STF) o placar de 8 a 2. Embora o Brasil tenha hoje um expressivo número de espíritas, ainda não somos capazes de influenciar e ajudar ministros. Ganhou a torcida do time que vestia a camisa do aborto dos anencéfalos. O problema é que podemos ligar o suicídio cometido em reencarnações anteriores aos anencéfalos.

Perdemos de 8 X 2, o que equivale a derrota no futebol  para a Alemanha. Haja lágrima!

O Antagonista comentando o atual governo que tem como meta aprovar o aborto, disse que “se o mandato não for cassado, o TSE e o STF se tornarão cúmplices da ORCRIM.” Falava do Governo da “Madame”

Os governos “poderosos” patogênicos são capazes de planejar a morte humana, antes do nascimento.

Em relação à cultura da morte, um dos primeiros atos do Presidente Lula foi assinar o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, em que se comprometia a legalizar o aborto no Brasil.
Abril de 2005. O governo apresentou à ONU um documento com o compromisso de  legalizar o aborto ainda no mandato deste presidente.

Setembro de 2005 o presidente apresentou ao Congresso Nacional, através da Ministra Nilcéia Freire, ex-reitora da UERJ hoje diretora da Fundação Ford no Brasil, um projeto de lei, conhecido como substitutivo do PL 1135/95, que pretendia tornar legal e totalmente livre o aborto durante todos os nove meses da gravidez.

Abril de 2006. A descriminalização do aborto foi oficialmente incluída, pelo Partido dos Trabalhadores (PT), como diretriz do programa de governo para o segundo mandato do Presidente Lula.
Setembro de 2006. O Presidente Lula  incluiu o aborto em seu programa pessoal de governo.

Setembro de 2007. O Terceiro Congresso Nacional do PT aprovou a descriminalização do aborto, em caráter obrigatório para todos os membros do Partido.

Setembro de 2009. Num julgamento presidido pelo presidente nacional do partido, Dep. R. Berzoini, o PT condenou, por infração contra a Ética Partidária, os deputados federais Luiz Bassuma e Henrique Afonso por terem se posicionado contra o aborto.

As dificuldades em implantar o aborto fizeram o governo contratar um grupo de Estudos para elaborar um novo programa. Surge o “Termo de Cooperação nº 137/2009”, Diário Oficial da União de 21 de dezembro. Assim se estabelece um grupo de "Estudo e Pesquisa para Despenalizar o Aborto”.

Junho de 2012. O governo Dilma declara que "o sistema de saúde acolheria mulheres que desejassem  fazer aborto e as orientaria na utilização correta dos métodos.  O governo declara à imprensa que "é crime praticar o próprio aborto, mas entende que não é crime orientar uma mulher na sua realização”.

Em 2013. Surge uma das votações mais estranhas da história das casas do legislativo. Um projeto para implantar o aborto, com título “enganoso” foi, por quatro vezes, aprovado por unanimidade. O projeto, tramitado com a velocidade da luz, ocultava o verdadeiro teor da proposta. O Projeto de Lei tramitava desde 1991, com o nome de PL 60/1999. Em um só dia, o pedido de urgência foi aprovado, emendado, apresentado, relatado, votado e aprovado por unanimidade no plenário da Câmara.

 Nos três meses seguintes o projeto foi novamente relatado e aprovado por unanimidade em duas comissões e no plenário do Senado. Praticamente, tudo por iniciativa dos parlamentares do PT.
01 de agosto de 2013. O projeto foi sancionado integralmente, Lei 12.845, pela presidente Dilma Rousseff.

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2015/10/que-13-que-agosto-que-desgosto-sobre-o.html

http://passiniehessen.blogspot.com.br/2015/10/que-13-que-agosto-que-desgosto-sobre-o.html


Voltemos à Madame. Diz o antagonista que 
Nestor Cerveró disse que Dilma Rousseff entregou a BR Distribuidora a Fernando Collor. A Folha de S. Paulo revela que, segundo Rodrigo Janot, uma ORCRIM formada por Fernando Collor e o PT foi instalada na estatal entre 2010 e 2014 com o único propósito de saqueá-la. Se o mandato de Dilma Rousseff não for cassado, o TSE e o STF se tornarão cúmplices da ORCRIM.

Estamos caminhando na borda do precipício.

O espaço não me permite entrar em detalhes, mas basta uma pergunta.

Você sabe o que é um banheiro que respeita a identidade de gênero?
O link abaixo permite ver a profundidade do poço

“A organização francesa Youthonomics, passou um ano analisando as condições de vida e de futuro para os jovens de 64 países. Para o Brasil aparecer deve-se publicar a lista dos 25 piores. Revista Forbes.”

http://noticias.bol.uol.com.br/fotos/bol-listas/2015/10/20/os-39-melhores-e-os-25-piores-paises-para-a-juventude.htm


Haja lágrima! Principalmente depois da reportagem de Cambricoli do Estado de São Paulo, em 17 do janeiro de 2016. Ela relata que nasceram gêmeos, mas um dos bebês tem microcefalia.

Eles “fizeram tudo quanto foi exame para ver se eu tinha alguma infecção que poderia ter causado a microcefalia e deu tudo negativo.”

Se Deus existe é injusto, diria o desinformado.

Já estamos num 7x1 antes das olimpíadas.

Especialistas em doenças transmissíveis lançaram uma cartilha orientando mulheres grávidas a não viajarem para países que registram surto de Zika.

Podemos contar uns cinco anos até que surja uma vacina. Como ficamos até lá?

Voltando aos governos “patogênicos”, li que vai ser lançado nesse janeiro de 2016 o primeiro estudo sobre os reflexos econômicos de um eventual impedimento da presidente Dilma, pelo economista Reinaldo Gonçalves, Professor titular do Instituto de Economia. A conclusão do estudo do professor da UFRJ é que o eventual impedimento de Dilma Rousseff é uma oportunidade não somente para a resolução da grave crise sistêmica (ética, social, econômica, política e institucional) como também para o desenvolvimento político e institucional do país.

Deus só não existe porque não quer, disse o garotinho respondendo a uma provocação.

Emmanuel, no Livro Caminho, Verdade e Vida, comenta uma visão noturna do apóstolo Paulo. O espírito amigo termina a lição, sobre “O Varão da Macedônia”, dizendo que o Evangelho de Jesus é portador de todos os ensinamentos essenciais e necessários, sem nos impor a necessidade de recorrer a nomenclaturas difíceis, distante da simplicidade. Pede-nos apenas atenção amorosa e não teorias complicadas.

Como responder de forma simples se o aborto de anencéfalos guarda alguma relação com o surgimento do vírus Zika?
Para oferecer a resposta o leitor terá que estudar muito. Talvez a pós-graduação ou uma encarnação não seja suficiente. Estudando aborto, através de várias janelas, suicídio, anencéfalos e microcefalia duvido que não tenha dor na alma. Não digo um surto psicótico. No passado já disseram que o Espiritismo era uma fábrica de loucos. Quem são os loucos?