PAE - UM RECANTO DE PAZ

UM REDUTO DE PAZ DE "MARIA DOLORES"

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

REENCARNAÇÃO VS PERDÃO


132. Qual é o objectivo da encarnação dos Espíritos?

“Deus a impõe com o fim de os conduzir à perfeição: para uns, é uma expiação; para outros, uma missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, eles devem passar por todas as vicissitudes da existência corpórea: é nisso que consiste a expiação. A encarnação tem ainda outro objectivo, que é o de capacitar o Espírito para enfrentar a sua parte na obra da criação. É para a executar que, em cada mundo, ele toma um aparelho de acordo com a matéria essencial do mesmo, para nele cumprir, segundo este ponto de vista, as ordens de Deus. Dessa forma, ao contribuir para a obra no seu todo, ele próprio progride.” * (trad. M. Azevedo)

A partir desta questão, uma conclusão se impõe: a reencarnação não é o resultado de um passado tenebroso, cheio de vicissitudes, e que cumpre pagar seja a que preço for. Reencarnar tem como fim conduzir o Espírito à perfeição, donde cada vida é simplesmente um patamar.

Podemos assim dizer que viver é estar numa encarnação que corresponde a um nível de escolaridade. As tribulações que tal possa implicar fazem parte do complexo processo de ensino-aprendizagem, cujo ritmo já dependerá da aplicação do aluno. Mas isto o texto já não diz, o que significa que os ritmos não são o mais importante, mas sim aprender e colaborar na obra já feita. Isto significa que temos um planeta devidamente apetrechado com tudo o que é necessário para nos receber.

Quanto ao factor expiatório, é simples. Por exemplo, para ser um adulto saudável a criança deve comer legumes, em sopa, salacdas, etc. Para algumas é uma tortura, para outras são saborosas iguarias. O prato é o mesmo, o que muda é o paladar. Além disso, se para ser saudável há que diversificar a alimentação, para ter um espírito são há que expor-se, naturalmente, a passar pelos diversos patamares existenciais. Para uns será desagradável, para outros lições fantásticas.

Simultaneamente, ao lutar por tornar a existência mais leve, o Espírito participa na obra da criação. Como? Com a sua originalidade. Isto é, cada ser dá o seu contributo para o progresso da Natureza e da Humanidade, com a sua peculiaridade, uma vez que se desenvolve intelectual e biologicamente.

Para isso, há um aparelho complexo, feito com os materiais de cada planeta; um corpo físico,devidamente preparado para os maiores embates. E a situação repetete-se: o aparelho é idêntico, o modo como é utilizado já depende de quem o usa.

Fazer da reencarnaçao o pagamento de actos esquecidos, resultado de uma natural imperfeição, é o mesmo, parece-nos, que castigar um indivíduo de vinte anos pelas birras de quando tinha apenas dois. Ou seja, voltar à pena de Talião, ainda que para a sua época tenha sido um franco progressso, é minimizar a reencarnação esquecendo que cada etapa tem os seus comportamentos próprios e que é preciso compreender. Com dez anos de idade não se tem a experiência e o conhecimento de cinquenta.

Isto levanta um outro problema, mais incisivo, a saber, o papel do perdão. Em que fica? Anular o perdão é destruir o Cristianismo, pois ele é a sua identidade. Sem perdão, o Cristianismo cai por terra, perde o seu cariz existencial.

Vejamos. O que é mais forte, perdoar um acto ignóbil ou condenar a uma existência inteira de tormentos quem o cometeu? Estamos por acaso na pele do outro, na sua vivência, na sua classe evolutiva? Não tem já o mundo os seus mecanismos jurídicos para fazer cumprir penas por actos não aceites pela sociedade? Esses mecanismos não vão, por ventura, evoluindo com a complexificação das sociedades, em crescimento permanente?

Não será infinitamente mais rico, já que não temos capacidade para perdoar quem assassinou um filho, por exemplo, vir a ter o próprio homicida como um outro filho em próxima vida? Não será esse o melhor mecanismo de reconciliação com aqueles que se envolveram de razões? Não será a melhor via para a perfeição, o próprio perdão, na mais elevada acepção do termo? Por mais conflituosas que sejam essas relações familiares, nada é comparável com uma pena de Talião ou uma espécie de vingança social cruel e fria, calculista, premeditada. Ninguém nasce obrigado a matar ou a ser morto por ninguém.

Se é certo que não somos capazes de perdoar aos inimigos, se tal é contrário à nossa natureza ainda tão rudimentar, sábiamente a mesma permite que eles sejam mães ou pais, ou… noutras vidas.

A prisão, no mundo, já é um castigo que baste. E se há vidas seguidas passadas em prisões, quantas e quantas, é porque há renitência em evoluir. Seja de gravata ou de seda fina, num bairro chique ou de lata, a pobreza do acto é sempre indício do nível de quem o praticou.

Há falhas? Não. Há lentidão, natural incapacidade em subir, numa vida, aquilo que é próprio de duas ou três. Quem é assassinado é porque já assassinou? É possível. Neste mundo ainda há, algures, alguém menos evoluído para quem a vida humana ainda não é um valor supremo. Todavia, o erro que nos parece maior continua a ser o de se falar em nome de Deus. O ser humano continua a construir um deus frágil, à sua míope imagem. Os Espíritos protectores poderão dar uma achega, mas serão sempre tão limitados, tão infinitamente distantes de Deus.

Muitos são aqueles que os têm como representantes da mais alta sapiência, esquecendo-se que eles falam a nossa linguagem, ainda a nossa linguagem. Ajudarem-nos na luta contra as nossas obsessões, limparem o ambiente dos nossos lares, ensinarem-nos a orar e compreender os profetas, serem nossos amigos estando ao nosso lado nos momentos mais críticos, orarem connosco nos nossos pensamentos e nos nossos sonhos, aducicarem-nos a vida, enfim, eis o magestoso papel dos Espíritos protectores.

A nossa fé vai, antes de mais, para esta fantástica capacidade de transformação de um assassino num anjo, de um facínora num cristo. Aqueles que nos protegem conhecem bem essas etapas. São mestres das labutas, como nós o seremos um dia. Porque é que tudo é assim? Eis uma grande questão.

Nós já chegámos até aqui. Mas, cuidado! Isto está tudo preso com arames. De um momento para o outro descambamos. É que não estamos tao distantes como pensamos daquilo que, por hora, ainda condenamos com tanta veemência.

Margarida Azevedo

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*132. Quel est le but de l´incarnation des Esprits?

“Dieu la leur impose dans le but de les faire arriver à la perfection: pour les uns, c´est une expiation; pour les autres, c´est une mission. Mais, pour arriver à cette perfection, ils doivent subir toutes les vicissitudes de l´existence corporelle: c´est là qu´est l´expiation. L´incarnation a aussi un autre but, c`est de mettre l´Esprit à même de supporter sa part dans l´oeuvre de la creation; c´est pour l´accomplir que, dans chaque monde, il prend un appareil en harmonie avec la matière essentielle de ce monde pour y executer, à ce point de vue, les ordres de Dieu; de telle sorte que tout en concourant à l´oeuvre générale, il avance lui-même.”

KARDEC, A. Le livre des Esprits, Les Editions Philman, Saint-Armand-Montrond, 2002, livre 2, Monde spirite ou des Esprits, ch. 2, Incarnation des Esprits, But de l´incarnation p.51

PERANTE A ANCESTRAL DEFERÊNCIA AOS “FINADOS” (Jorge Hessen)


Jorge Hessen

Segundo Leon Denis, o sentimento de cultuar os mortos foi moldado a partir de época bem remota e está sedimentado em quase todas as tendências religiosas. Para o autor de “Depois da morte” a comemoração dos mortos é um legado dos celtas. Porém os gauleses “em vez de comemorar nos cemitérios, entre túmulos, era no lar que eles celebravam a lembrança dos amigos afastados, mas não perdidos, que eles evocavam a memória dos espíritos amados que algumas vezes de manifestavam por meio das druidisas e dos bardos inspirados". [1]

Assim, não veneravam os restos cadavéricos, mas a alma sobrevivente, e era na intimidade de cada habitação que celebravam a lembrança de seus mortos, longe das catacumbas, diferentemente dos povos primitivos. A Festa dos Espíritos era de suma importância para eles, pois homenageavam Samhain, "O Senhor da Morte", festividade, essa, iniciada sempre na noite anterior a 1º de novembro, ou seja, no dia 31 de outubro. 

Os romanos expulsaram e destroçaram os druidas impondo o famigerado “cristianismo clérigo” (ou colérico ?). Esse período histórico de frenética agitação, mais tarde foi mutilado pelos bárbaros, sobrevindo uma madrugada de dez séculos (a indigesta Idade Média), que proscreveu o espiritualismo e entronizou a superstição, o sobrenatural, o milagre, a beatificação, a santificação e o decisivo entorpecimento da consciência humana.

A história oficial da Igreja romana registra que foi no Mosteiro beneditino de Cluny, no sul da França, no ano de 998, que o Abade Odilon promovia a celebração do dia 2 de novembro, em memória dos mortos, dentro de uma perspectiva catolicista. Somente em 1311 foi sancionada, em Roma, oficialmente, a memória dos falecidos, porém foi Bento XV quem universalizou tal celebração, em l915, dentre os católicos, cuja expansão da religião auxiliou, ainda mais, a difusão desse costume.

A legislação vigente no Brasil estabelece o dia 2 de novembro como feriado nacional, para que as pessoas possam homenagear seus “mortos”. Obviamente devemos respeitar os desencarnados como um impositivo do amor e da fraternidade, sem que precisemos consolidar esses nobres sentimentos diante dos túmulos, nem que nossas lembranças ou homenagens sejam realizadas em um dia especial, oficialmente estabelecido.

Nos dias de hoje, essa celebração se desviou, e muito, do ritual “religioso”, transportando-se do foco sentimental e emocional para o mercantil, uma vez que a comercialização de flores, velas, santinhos, escapulários e a eventual preocupação para a conservação dos túmulos (normalmente, só são lembrados em novembro) respondem por esse protocolo social. 

O esplendor dos túmulos fúnebres determinada por parentes que desejam honrar a memória do falecido, ainda compõem o cardápio da soberba e orgulho dos parentes, que psicologicamente visam primeiramente “honrarem-se” a si mesmos. Nem sempre é pelo “finado” que se fazem todas essas demonstrações, mas por empáfia, por apreço ao mundo e à vezes para exibição de riqueza. Ora, é inútil o endinheirado aventurar-se em eternizar a sua memória por meio de magnificentes mausoléus. 

Recebemos sábias lições dos Benfeitores sobre funerais e celebração em memória dos "mortos", senão vejamos: os Espíritos Superiores afirmam que os chamados "mortos" são sensíveis à saudade dos que os amavam na Terra e que, de alguma forma, " a sua lembrança aumenta-lhes a felicidade, se são felizes, e se são infelizes, serve-lhes de alívio."[2] Porém, em se referindo ao dia dos "finados", atestam que é um dia como outro qualquer, até porque os espíritos são sensíveis aos nossos pensamentos, não às solenidades humanas. No dia dos finados eles só " reúnem-se em maior número, porque maior é o número de pessoas que os chamam. Mas cada um só comparece em atenção aos seus amigos, e não pela multidão dos indiferentes."[3]

A tradicional visita ao túmulo, em massa, não significa que venha trazer satisfação ao "morto", até porque uma prece feita em sua intenção vale mais. É bem verdade que a " visita ao túmulo é uma maneira de manifestar que se pensa no Espírito ausente: é a exteriorização desse fato (...) mas é a prece que santifica o ato de lembrar; pouco importa o lugar se a lembrança é ditada pelo coração. "[4] Conhecemos pessoas (aliás muitas delas) que solicitam, antes mesmo de morrerem, que sejam enterradas em tal ou qual cemitério. Essa atitude, sem sombra de dúvida, demonstra inferioridade moral. "O que representa um pedaço de terra, mais do que outro, para o Espírito elevado?"[5]

Reflitamos juntos: o dia de “finados” é consagrado aos falecidos libertos ou aos mortos que ainda estão jungidos à vida material? Existem duas possibilidades de mortos: os que se sentem totalmente livres do arcabouço carnal, porém "vivos" para uma vida espiritual plena, e os que permanecem com a sensação de que, ainda, estão encarnados, porém "mortos" para a vida física, pois somente vivenciam, na espiritualidade, a vida animal. " Para o mundo, mortos são os que despiram a carne; para Jesus, são os que vivem imersos na matéria, alheios à vida primitiva que é a espiritual. É o que explica aquele célebre ensinamento evangélico, em que a pessoa prontificou-se a seguir o Mestre, mas antes queria enterrar seu pai que havia falecido, e Jesus conclamou" [6] - "Deixai aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos, tu, porém, vai anunciar o Reino de Deus".[7]

É óbvio que "faz sentido rememorar com alegria e não lastimar os que já partiram, e que estão plenamente vivos. Finados é uma mistura de alegria e dor, de presença-ausência, de festa e saudade. Aos que ficamos por aqui, cabe-nos refletir e celebrar a vida com amor e ternura, para depois, quiçá, não amargar no remorso. Aos que partiram, nossa prece, nossa gratidão, nossa saudade, nosso carinho, nosso amor!" [8]

Se formos capazes de orar, com serenidade e confiança, transformando a saudade em esperança, sentiremos a presença dos parentes e amigos desencarnados entre nós, envolvendo-nos o coração com alegria e paz. Por esta razão e muitas outras, façamos do dia 2 de novembro um dia de reverência à vida, lembrando carinhosamente os que nos antecederam de retorno à pátria espiritual, e também os que conosco ainda jornadeiam pelos caminhos da existência terrena.

Referências bibliográficas:

[1] Denis, Leon. O gênio céltico e o mundo invisível. Rio de Janeiro: Ed.CELD. 1995. p. 180

[2] Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2001, Perg. 320

[3] ______, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2001, Perg. 321

[4] ______, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2001, Perg. 323

[5] ______, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2001, Perg. 325

[6] Disponível em http://www.feal.com.br/colunistas.php?art_id=6&col_id=9> acessado em 26/10/2015

[7] Lucas 9: 51-62


[8] Editorial do Jornal Mundo Espírita – novembro 2006

PAVOR NO VATICANO

Papa Francisco

Agora vem à luz que "talvez" foi de fato o assassinato de João Paulo I, já que iam fazer o mesmo com Bento XVI, que por isso renunciou, e confidenciou ao Papa Francisco que não seria a PRIMEIRA VEZ.

A conservadora "máfia" vaticana tentará bloquear as mudanças que o Papa Francisco quer fazer. Oxalá, ele consiga realizá-los! A situação atual não é melhor do que a de, quando reinava o Papa Rodrigo Borgia, aliás, Alejandro VI. Há muitos interesses. Comentários que circulam entre a comunidade de inteligência em Roma, na Itália, indicam que setores radicais conservadores da Igreja Católica Romana começaram fazendo duras críticas e ataques ferozes contra o Papa Francisco, através dos meios de comunicação, sites webs e redes sociais por sua atitude reformista. Entre os argumentos de ataque dos radicais conservadores católicos, estão:

*1. O Papa Francisco rompeu com a tradição e violou o rito vaticano ao realizar o lava-pés da Quinta-feira Santa fora dos muros vaticanos, na prisão dos menores "Casa de mármore", em Roma, incluindo dois muçulmanos  e duas mulheres não católicas. Este é um fato inédito na história e tradição dos rígidos rituais da Igreja Romana. O ritualismo vaticano da Igreja Romana sempre, por séculos, desde a sua fundação, havia marginalizado e não levado em conta a mulher nesses rituais. *

   Os conservadores olhavam com horror o "sacrilégio" do sorridente Papa Francisco, a quem chamavam ironicamente de "Papa Adulador", expressão depreciativa que se refere a alguém que sorri sempre e se dá bem com todo mundo.

 
*2. A negativa do Papa Francisco em morar no apartamento papal no palácio vaticano, decidindo, para a sua segurança pessoal, morar na residência Santa Marta, o hotel 4 estrelas do Vaticano, onde há muitas pessoas, e assim evitar o isolamento que rodeia o Papa ao morar no palácio Vaticano. O Papa Francisco quer estar ciente do que acontece ao seu redor e fora dos muros vaticanos. No apartamento papal estaria guardado e vigiado, de certa forma, controlado e mediatizado e, o mais essencial, desinformado e à mercê das "hienas vaticanas" que já planejam tirá-lo do meio. 

 
*3. No encontro de almoço com Bento XVI no Castelo Gandolfo, este confiou ao Papa Francisco, que uma das causas que influenciaram em sua renúncia foram as ameaças que recebeu e por receio de ser envenenado, pois já haviam  tomado a decisão de matá-lo, pelo que Bento XVI, em uma jogada para neutralizar esse atentado contra a sua vida, torna pública a sua renúncia com a qual desarmou a tentativa do crime. (como aconteceu com João Paulo I, segundo dizem).

 
*4. O alto poder fixado na cúpula vaticana está totalmente oposta aos planos do Papa Francisco de reformar, eliminar, modificar a pompa, o ritualismo e o luxo e ostentação da Igreja Católica Romana. (Francisco tem um desejo e pensamento secreto que é o de permitir que a mulher possa ter acesso ao sacerdócio católico, o que teria um efeito tipo terremoto no meio dos que usam batina).

 
*5. A Cúria Romana e os grupos de poder repudiam que o Papa Francisco tenha feito um chamado público à Igreja Católica ao estreitar o diálogo e as relações com o Islã. Acusam-no de ser um relativista teológico.


*6. O Papa Francisco marginalizou os mais altos cargos vaticanos no ato e na cerimônia do lava-pés da Quinta-Feira Santa.

 
*7. Acusam o Papa Francisco de ignorar as regras e normas da Igreja Católica Romana, já que, como Papa, está atuando sem consultar, nem pedir permissão a ninguém para fazer exceções sobre a forma com que as regras eclesiásticas se relacionam com ele.


*8. A organização Opus Dei "Obra de Deus" proibiu (censurou) todas as suas livrarias "Troa", quanto à venda do primeiro livro sobre o novo Papa Francisco.

 
*9. A Promotoria Romana Anticorrupção fez importante  confisco de centenas de caixas de documentos que comprometem e vinculam as finanças  vaticanas  e a importantes personagens com a "máfia" italiana e gigantescas operações de lavagem de capitais e desvio de fundos vaticanos em um complicado mecanismo para desaparecer dinheiro. Este escândalo será o "Sansão" que derrubará as colunas que sustentam a Capela Sistina e todos os edifícios da pomposa e luxuosa estrutura vaticana.


*10. Tanto o "Opus Dei", a "Maçonaria Iluminati", importantes e influentes setores bancários, econômicos, setores mafiosos italianos, os próprios Cardeais que formam a "máfia e o poder vaticano", sentem-se em iminente perigo pelo confisco destas caixas de documentos supremamente comprometedores por parte da Promotoria Romana Anticorrupção e por parte do Papa Francisco que tem toda a intenção de sanear e controlar as finanças vaticanas  e todos os negócios e investimentos deste multimilionário Estado religioso.

 
*11. Outra das situações que deixaram extremamente enojados e furiosos estes grupos que sempre foram o poder por trás do poder, é que o Papa Francisco não está de acordo em que delinquentes com batina vivam em terreno vaticano, refugiados, escondidos, evadidos de enfrentar a lei. Por enquanto enviou instruções para todo aquele com contas pendentes com processos ou acusações penais, saiam do solo  Vaticano, já que em seu pontificado, o vaticano não será santuário de infratores da lei. Imaginamos o que vem! Deus o proteja dos lobos que em grande número já começam a  rodeá-lo para caçá-lo.


*É muito importante reenviar esta mensagem à maior quantidade de contatos e que as pessoas  saibam, se inteirem,  TEMOS UM PAPA QUE IMPÕE A SUA AUTORIDADE, vamos ajudá-lo e apoiá-lo, compartilhando  esta mensagem para que todos saibam o que está se passando.*

Vamos rezar pelo Papa Francisco, para que consiga fazer todas as reformas que pretende.